

O médico do INSS disse que você pode trabalhar, mas você não consegue? Ou o auxílio-doença foi cortado antes de você melhorar? Existem caminhos, e o prazo para alguns deles é curto.
Se sim, vale conferir seus direitos com calma e com documentos em mãos.
Quem teve a perícia negada ou o benefício cortado tem três caminhos: recurso ao INSS em 30 dias, novo pedido com laudos melhores ou ação no Juizado Especial Federal, com perícia de médico nomeado pelo juiz e atrasados desde o pedido ou o corte. Para evitar o corte, peça a prorrogação nos 15 dias antes do fim do benefício.
Se o benefício tem data para acabar e você ainda não melhorou, faça o pedido de prorrogação pelo Meu INSS nos 15 dias anteriores ao fim. Perder esse prazo obriga a um pedido novo.
Laudos que digam o que você não consegue fazer (não só o nome da doença), com CID, tempo de tratamento, medicamentos e relação com a sua função. Exames recentes e o histórico do tratamento contam muito.
Quando o INSS dá alta mas a empresa considera você inapto e não deixa voltar, você fica sem salário e sem benefício. Esse "limbo" tem solução: em regra, a empresa deve pagar os salários ou readaptar a função, e o caso pode exigir ação trabalhista e previdenciária ao mesmo tempo. Veja estabilidade do acidentado.
Atendimento em todo o estado de Goiás: o escritório fica em Goiânia (Rua GB 1, Qd. 1, Lt. 06 — Jardim Guanabara), com atendimento presencial agendado; para as demais cidades, a análise é feita por WhatsApp e videoconferência, sem precisar sair de casa. Veja as cidades atendidas em Goiás. Cada caso depende dos documentos e das provas; nenhuma informação desta página substitui a análise do seu caso.
Advogada associada da PSA Advocacia em Goiás, graduada em Direito e em Administração de Empresas, com atuação em direito previdenciário. Atende no escritório em Goiânia, com agendamento, e por WhatsApp e videoconferência clientes de todo o estado.
Advogado fundador da PSA Advocacia. Atua ao lado da Dra. Larisça Gabrielle nos casos de Goiás, por videoconferência.
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