Imóveis, empresa, terras. Você levou décadas para construir — mas sem planejamento, um inventário pode consumir anos, gerar impostos elevados e colocar a família em conflito. A holding familiar organiza tudo isso em vida, com regras claras e segurança jurídica.
Bens no CPF respondem diretamente por dívidas, processos e imprevistos da atividade empresarial. Na holding, o patrimônio da família fica juridicamente organizado e separado da operação — uma estrutura lícita de proteção, feita com antecedência.
Um inventário pode levar anos e custar caro entre impostos, custas e honorários — com os bens bloqueados enquanto isso. Com a sucessão planejada em vida, por doação de quotas com usufruto, os herdeiros já ficam definidos e o processo tende a ser dispensado.
Aluguéis e arrendamentos recebidos na pessoa física podem sofrer tributação maior do que na estrutura adequada. O planejamento analisa ITBI, ITCMD e imposto de renda para organizar a carga tributária dentro da lei.
Dois ou mais imóveis, especialmente alugados. Organização das receitas, das despesas e da futura partilha entre os filhos, sem depender de inventário.
Terras, arrendamentos e maquinário na região de Lins. A holding rural organiza a sucessão da propriedade e evita o fracionamento da terra entre herdeiros em conflito.
Quem tem empresa em atividade e quer separar o patrimônio pessoal do risco do negócio, além de preparar a entrada — ou não — dos filhos na gestão.
Um alerta honesto: holding não é fórmula mágica nem serve para esconder bens de credores — transferências com esse objetivo podem ser anuladas pela Justiça. Feita na hora certa e da forma correta, é um dos instrumentos mais sólidos de organização familiar que o Direito oferece. Por isso, cada caso começa com um diagnóstico individual.
A holding familiar é uma empresa criada para ser a "dona" dos bens da família. Os imóveis, quotas e investimentos são transferidos para ela, e cada membro da família recebe participações com regras definidas — quem administra, quem recebe rendimentos, como se dá a sucessão. Nosso trabalho cobre todo o percurso:
Levantamento dos bens, dívidas, estrutura familiar e objetivos. É aqui que se define se a holding vale a pena no seu caso — e, às vezes, a resposta honesta é que não vale.
Desenho da estrutura: tipo societário, análise tributária (ITBI, ITCMD, IR), cláusulas de proteção — incomunicabilidade, impenhorabilidade, inalienabilidade — e regras de sucessão.
Elaboração do contrato social e do acordo de sócios, registro na Junta Comercial e transferência formal dos bens para a holding.
Doação de quotas aos herdeiros com reserva de usufruto: você mantém o controle e os rendimentos enquanto viver, e a partilha já fica resolvida.
Atendimento pessoal e direto, no escritório da Rua Pedro de Toledo, 366, no centro de Lins/SP, ou por videoconferência. O planejamento patrimonial exige conversa franca sobre família, bens e objetivos — e isso se faz com quem está perto e acessível, não com um formulário.
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